quarta-feira, 22 de maio de 2013

MotoNotícia:" Bridgestone diz que Lorenzo não teve problemas com pneus "

Largando da segunda posição na primeira fila do grid Lorenzo manteve a mesma posição nos momentos iniciais, mas logo começou a perder ritmo. O resultado acabou por ser o seu pior – sem contar com desistências – desde a temporada  de estreia na categoria rainha em 2008. Pouco depois da corrida terminar em Le Mans começaram a circular comentários no paddock sobre um eventual pneu traseiro defeituoso montado na moto de Lorenzo. “Foi claro durante a corrida que o Jorge teve um problema, já que não conseguia manter o mesmo ritmo do grupo da frente,” diz Shinji Aoki, Diretor do Departamento de Desenvolvimento de Pneus de Competição da Bridgestone.
“Imediatamente depois da prova tivemos uma reunião com o engenheiro de pneus em que ele explicou a falta de aderência traseira. Como acontece sempre neste tipo de situações, o engenheiro do Jorge examinou os pneus de corrida e comprovou-se que estavam em boas condições de funcionamento. Além disso, eu próprio examinei o pneu e discuti o assunto pessoalmente com os engenheiros da Yamaha e chegamos todos a um consenso que a falta de aderência traseira do Jorge não foi causada pelos pneus.” Aoki ratificou que o problema não foi por  falha do pneu, mas sim, a uma questão de afinação. “Recebemos muitos comentários diferentes dos pilotos após a corrida sobre o comportamento dos pneus na pista, mesmo com todos eles a usando a mesma especificação de pneus de chuva e sendo alvo das mesmas condições,” continua. “Nestas situações de baixa aderência, a afinação da máquina é crucial, já que uma pequena alteração no acerto pode ter grande efeito na corrida.” “De qualquer maneira, foi uma pena para o Jorge porque ele estava muito forte no warm-up matinal e todos esperávamos um resultado melhor da parte dele, mas é uma competição e sei que ele  voltará a estar competitivo na próxima corrida.” Desde Indianapolis em 2011 que Lorenzo não terminava uma corrida fora do pódio. Ele está agora em terceiro da classificação geral a 17 pontos de Dani Pedrosa, da Repsol Honda Team.

terça-feira, 21 de maio de 2013

MotoNotícia:" Mais de 120 pilotos de 13 estados e de seis países estarão no grid na etapa de Curitiba"

Em Interlagos, tiveram participação de pilotos de Argentina, Espanha, Portugal, Itália e Venezuela, além de brasileiros de 13 estados
O Autódromo Internacional de Curitiba, localizado na cidade de Pinhais, região metropolitana da capital paranaense, vai acolher o Moto 1000 GP pela quarta vez. Agora homologado oficialmente como Campeonato Brasileiro de Motovelocidade, o evento que realizou sua primeira temporada em 2011 terá no dia 26 de maio as corridas de sua segunda etapa, intensificando a disputa pela liderança das cinco categorias que o compõem.  Mais de 120 pilotos, representantes de 13 estados brasileiros e também de outros cinco países, já estão inscritos nas provas das categorias GP Light e GP Máster – que agora formam um grid único –, GP 600, GPR 250 e GP 1000. A programação de treinos será aberta na sexta-feira (24), com quatro sessões livres para cada categoria. No sábado (25), serão mais dois treinos livres, além das sessões classificatórias definindo as posições de largada. Em 2011, na primeira temporada do Moto 1000 GP, Curitiba recebeu as corridas da quinta e penúltima etapa.
Lucas Barros deve retornar ao campeonato para a etapa curitibana
Naquele ano, as categorias GP 1000, GP Light e BMW S1000RR Cup promoviam duas corridas por evento. Em 2012, já composto pelas categorias GP 1000/GP Máster, GP Light e GP 600, o traçado paranaense sediou as corridas da segunda etapa e, também, a rodada dupla que finalizou o campeonato, valendo pelas sétima e oitava etapas. “Existe uma identificação forte do torcedor do Paraná com os eventos de motovelocidade. É um estado que revelou muitos dos principais destaques da modalidade nas últimas décadas”, considera Gilson Scudeler, heptacampeão nacional nas categorias principais e organizador do Moto 1000 GP. “Temos pilotos e equipes paranaenses com projeção em todas as categorias do Moto 1000 GP, e Curitiba é um grande centro do nosso esporte”, aponta.
Gilson Scudeler, promotor do Moto 1000 GP

A chancela da Confederação Brasileira de Motociclismo, que a partir de 2013 reconhece oficialmente como brasileiros de motovelocidade os títulos do Moto 1000 GP, dá-se no momento em que o evento experimenta um processo de franca internacionalização. “Estamos no início da nossa terceira temporada e as conquistas começam a aparecer. Esse crescimento do Moto 1000 GP tem repercutido de forma muito positiva no exterior”, pondera Scudeler.
 Os treinos e as corridas da primeira etapa, disputadas no dia 21 de abril no circuito paulista de Interlagos, tiveram participação de pilotos de Argentina, Espanha, Portugal, Itália e Venezuela, além de brasileiros de 13 estados. A transmissão pela televisão, que no Brasil teve destaque no canal Bandsports, foi levada pela Band Internacional a telespectadores de Argentina, Venezuela, Paraguai, Uruguai, EUA, Angola, Moçambique e Japão.  A internacionalização do Moto 1000 GP, apontada por Gilson Scudeler como “consequência natural do trabalho de todos os envolvidos”, não desviou o foco do promotor.
O paulista Ígor Calura venceu a
primeira corrida oficial da GPR 250 em Interlagos
“Nosso trabalho aqui é fomentar a motovelocidade no Brasil, um processo em que essa presença dos pilotos estrangeiros é extremamente benéfica”, frisa. O propósito culminou, em 2013, na implantação de mais uma categoria voltada à formação de pilotos – a GPR 250. “O crescimento que conquistamos nos dois primeiros anos do evento fez aumentar a necessidade de uma categoria de menor cilindrada”, diz Scudeler. “A GPR 250 veio para proporcionar aos pilotos mais jovens a oportunidade de conciliar o aprendizado e a competição. A aceitação a essa proposta, de início, foi bastante positiva, até mais do que o esperado”, admite. O grid em Interlagos reuniu 20 motos de 250 cilindradas, com vitória do paulista Ígor Calura.  
 
 
 
-imprensa/grelak/fotos/cris fabbri/sanderson/yansen-


MotoNotícia:" Resultados da ECU da Magneti Marelli avaliados após Le Mans "

Diretor de Tecnologia do MotoGP, Corrado Cecchinelli, falou com a imprensa sobre os resultados obtidos com a ECU da Magneti Marelli em Le Mans, primeira prova corrida após a introdução das melhorias do software nos testes realizados após o GP de Jerez. As equipes que correm com o novo programa incluem a NGM Mobile Forward Racing, Came IodaRacing Project, Avintia Blusens, assim como o chassis construído pela própria PBM (não a PBM ART). Cecchinelli comentou:"Estamos muito contentes com os resultados até ao momento.

Colin Edwards, NGM Mobile Forward Racing

Karel Abraham, Cardion AB
 Motoracing

O sistema  ECU esteve muito bom desde o primeiro momento em que a Magneti Marelli o entregou, mas agora estamos trabalhando para melhorá-lo." "Fizemos um teste importante  após Jerez e os resultados obtidos foram satisfatórios. Já utilizamos o novo software  e na etapa de Le Mans, os resultados foram muito positivos. Dentre os itens mais importantes introduzidos estão os que ajudam no controle de potência e do controle de potência nas saídas das curvas. Todos os pilotos estão satisfeitos, agora todos estão utilizando a ECU." Falando dos desafios que a Marelli teve de enfrentar no início do campeonato, acrescentou: "Aquilo que ninguém vê é fazer a ECU funcionar em todas as motos. Isso é algo que ninguém compreende, mas é mesmo muito trabalhoso. E o nosso grande desafio é responder às exigências de todos os clientes, o que significa perguntar a todas as equipes o que precisam, o que gostariam de ter e tentar levar isso para a pista o mais depressa possível.” Quanto as melhorias futuras ao longo da temporada Cecchinelli falou da importância de apresentar os upgrades no momento certo: "Planejamos introduzi-los após as corridas porque não teria sentido realiza-los durante os fins-de-semana com corridas, pois isto poderia afetar o trabalho das equipes. Por isso, o nosso plano é faze-lo em qualquer teste pós-corrida." A Magneti Marelli fornecerá o equipamento para todo o grid do MotoGP a partir de 2014, mas as equipes poderão utilizar o seu próprio software – com um limite de 21 litros de combustível – ou o da Marelli, com um limite de 24 litros de combustível. Cecchinelli falou ainda da competitividade dos conjuntos: " Acredito que é o melhor que se pode ter, em termos de software comum, é claro.  " Chegamos neste ponto do projeto porque acredito nas pessoas que estão envolvidas em seu desenvolvimento. Mas, como disse, será sempre um software geral – e na minha opinião, será muito melhor do que  cada uma das equipes tem no momento, mas não será a nível das equipes oficiais.”

MotoNotícia:" As inscrições para o Rally Dakar 2014 já estão abertas"

Estão abertas as inscrições para o Rally Dakar 2014, a maior prova off-road do planeta, através do site oficial www.dakar.com . Faltando mais de sete meses para a competição, os formulários devem ser enviados aos organizadores, que vão iniciar a seleção nos próximos dois meses, principalmente na categoria Motos. Esse é o primeiro passo para a disputa do Dakar, que em 2013 reuniu 449 veículos, de 53 nacionalidades.  Como preparação para a 35ª edição, os competidores terão a oportunidade de testar equipamentos e habilidades em dois eventos do Dakar Series previstos neste ano: o Desafio Ruta 40, em junho, na Argentina e o Desafio Inca, em outubro, no Peru.  A 35ª edição do Rally Dakar, a sexta na América do Sul, terá largada em Rosário, na Argentina, e chegada em Valparaíso, no Chile. Além destes dois países, a competição fará uma rápida passagem pela Bolívia, 28º país a receber o rali. Ao todo, serão 15 dias de competições, com mais de 8 mil quilômetros.
 
Datas importantes do Dakar 2014
 
Abertura das inscrições - 15 de maio
Prazo para envio das inscrições das motos/quadris: 7 de julho
Prazo para envio das inscrições: 1º de novembro
Embarque dos veículos da Europa: Final de novembro Verificação técnica em Rosário: 2 a 4 de janeiro de 2014
Cerimônia de largada promocional: 4 de janeiro de 2014
Dia de descanso: 11 de Janeiro em Salta (Argentina)
Chegada: 18 de janeiro em Valparaíso (Chile)
 
Calendário Dakar Challenge
 
 31/05 a 02/06: Tecate Score Baja 500 (México)
 15 a 22/06: Desafio Ruta 40 (Argentina)
 20 a 23/06: Toyota Kalahari Botswana 1000 Desert Race (Botswana)
 12 a 14/07: Reno 500 (EUA)
 20 a 27/09: Australasian Safari (Austrália)
 03 a 06/10: Desafio Inca (Peru)
 
Dakar Series

 17 a 22 de junho: Desafio Ruta 40 (Argentina)
 3 a 6 de outubro: Desafio Inca (Peru)


-imprensa/ASO/Dakar/foto/divulgação-


MotoNotícia:" Em 2017 Motocross das Nações retorna ao Brasil "

A Romagnolli Promoções e Eventos, promotora do Honda GP Brasil de Motocross, prova que aconteceu neste fim de semana em Penha (SC), anunciou no último sábado (18) o retorno do Motocross das Nações. Considerada a “Copa do Mundo” da modalidade, pois reúne os melhores pilotos do mundo inteiro, a competição acontecerá em 2017 no Beto Carrero World.  A coletiva contou com a presença de Giuseppe Luongo, presidente da Youthstream, detentora dos direitos do campeonato; Wolfgang Srb, diretor da FIM/CMS; Carlos Romagnolli, presidente da Romagnolli, e Lincoln Duarte, diretor de relações internacionais da empresa brasileira. No anúncio, Romagnolli e Youthstream também abordaram parceria para execução de uma escola de pilotos, que busca desenvolver a modalidade no Brasil e tem como um dos objetivos melhorar o desempenho dos competidores locais em nível mundial. “É uma notícia maravilhosa, pois é o maior evento do motocross mundial. Uma atmosfera diferente, que em qualquer lugar absorve ótimas energias.
O Brasil deve tomar uma série de medidas e os seus pilotos devem se comprometer para que o país possa chegar entre os dez primeiros no Motocross das Nações de 2017”, coloca Wolfgang Srb. Com o Motocross das Nações de 2017 em Penha (SC), no Beto Carrero World, a etapa brasileira do Campeonato Mundial de Motocross MX1 e MX2 irá ocorrer em outra cidade, ainda a ser definida pela organização.

segunda-feira, 20 de maio de 2013

MotoNotícia: " Redding vence no Moto2 na França "

O britânico Scott Redding venceu na Moto2, no que acabou por ser um Monster Energy Grande Prêmio da França afetado pela chuva. A Marc VDS Racing Team conquistou a dobradinha com Mika Kallio a terminar em segundo. Já para muitos dos candidatos ao título foi o desastre, com vários deles acabando no chão nas escorregadia e molhada curva Musee. A emocionante vitória de Redding faz dele o primeiro britânico vencedor em Le Mans desde que Alan Carter venceu na corrida de 250cc há 30 anos; a outra vitória na carreira de Redding surgiu nas 125cc em Donington Park, em 2008.
 
Mas o sucesso desta tarde não foi tarefa fácil, já que no início o piloto chegou a rodar em nono. Takaaki Nakagami liderou nos momentos inicias, com Pol Espargaró atrás. De forma inacreditável, Espargaró e o líder do campeonato e companheiro de equipe na Tuenti HP 40, Esteve Rabat, caíram sozinhos, mas ao mesmo tempo e da mesma forma, na curva Musee na terceira volta. Nakagami ficou com três segundos de margem na frente, mas o piloto da Italtrans Racing Team perdeu o controle da moto na mesma curva quatro voltas mais tarde com um início de chuva que deixou a curva muito escorregadia. As condições climaticas foram complicadas e contribuíram para a desistência de dez pilotos, incluindo os da dupla da Mapfre Aspar Tech Moto2, Jordi Torres e Nico Terol, Tom Lüthi, da Interwetten Paddock Moto2 Racing, e o independente Gino Rea, que depois de ter partido de 31º rodava em 12º.

MotoNotícia: " Viñales repete vitória em Le Mans "

Maverick Viñales venceu a corrida de Moto3™ deste do Monster Energy Grande Prémio de França deste domingo depois de partir da pole, tornando-se assim no primeiro piloto a somar duas vitórias na época de 2013. O piloto do Team Calvo levou a melhor sobre Alex Rins e Luis Salom. Segunda vitória da temporada para Maverick Viñales, que se impôs de forma clara em Le Mans após uma corrida em que consegui distanciar-se dos seus perseguidores, Alex Rins e Luis Salom, no momentos finais da prova. Jonas Folger (Mapfre Aspar Moto3) foi o primeiro a tomar a iniciativa na primeira volta, mas Viñales, que partiu da pole, respondeu pouco depois ao recuperar o primeiro posto, enquanto logo atrás vinham Rins, Salom e Alex Márquez (Estrella Galicia 0.0).
 
Apesar da primeira corrida do dia ter sido declarada seca, a pista estava úmida e com algumas zonas com mais água, circunstâncias que traíram Miguel Oliveira (Mahindra Racing), que tinha largado da segunda, o piloto português rodava na quarta posição quando perdeu o controle da moto e caiu. O quarteto dianteiro conseguiu isolar-se, com o piloto de Roses sempre ao comando, mantendo a vantagem com várias voltas rápidas. Um erro de Folger, que o levou a pequena incursão por fora da pista, deu mais tranquilidade ao jovem do Team Calvo, que teve de prestar atenção ao germânico desde o início. O piloto da Aspar regressou à pista, mas o longe do trio de espanhóis. Viñales fez o último ataque na penúltima volta, com nova volta rápida o que permitiu-lhe distanciar-se dos demais e cruzar a linha de chegada com 1,2 segundos de margem; o bastante para assegurar a segunda vitória do ano e consolidar a liderança do campeonato, agora com 90 pontos, mais 13 que Salom, que foi terceiro atrás de Rins. Folger acabou em quarto, seguido de Kornfeil, Fenati, Binder, Masbou e Isaac Viñales. As condições da pista levaram a várias quedas e saídas de pista ao longo das 24 voltas. Niccolò Antonelli (Go&Fun Gresini Moto3), Jules Danilo (Marc VDS Racing Team), Hyuga Watanabe (La Fonte Tascaracing) e Lorenzo Baldassarri (Go&Fun Gresini Moto3) caíram, assim como Zulfahmi Khairuddin (Red Bull KTM Ajo), protagonista do incidente e que acabou levando consigo Niklas Ajo (Avant Tecno) a três voltas do final.
O brasileiro Eric Granado (Mapfre Aspar Team Moto3) também foi ao chão, mas voltou à piste a terminou em 24º.

MotoNotícia: " De Puniet viaja para o Japão e faz teste com a Suzuki "

Randy de Puniet, da Power Electronics Aspar, viajou  para o Japão para testar a moto que poderá trazer a Suzuki de volta ao MotoGP em 2014, isto depois da desilusão da corrida em casa, em Le Mans. O gaulês estava  dando o máximo nas condições de piso molhado perante o público da casa mas sofreu mais uma queda nesta temporada de 2013. Depois da corrida ele estava visivelmente desapontado, mas também confirmou que espera esquecer o resultado e falou de sua viajem até o Japão para testar uma moto de MotoGP da Suzuki, algo de que já se especulava em várias publicações da modalidade. Ele não pode entrar em detalhes, mas disse que espera que isto o faça chegar à próxima corrida em Mugello com novo estado de espírito para o ajudar a retornar à luta pela primeira posição entre as CRT com a sua ART. O piloto falou à imprensa: " Estou indo para o Japão para realizar testes com a Suzuki, em Motegi, e vai ser bom para mim porque poderei esquecer muito depressa da corrida de hoje e acredito que poderei ter uma boa corrida em Mugello, " completou.

MotoNotícia: " Ducati Team tem o melhor resultado duplo top 5 "

A Ducati Team teve uma de suas melhores apresentações rodando muito forte no Monster Energy Grande Prêmio de França, com Andrea Dovizioso, chegando a liderar boa parte da corrida para terminar em quarto, enquanto Nicky Hayden foi quinto, o melhor resultado da formação desde o GP da Malásia em 2012. Vindo da primeira linha do grid, Dovizioso saltou para a liderança no início e aí continuou na luta direta com Dani Pedrosa até o piloto da Repsol Honda Team acabar ultrapassando na metade da corrida para vencer. "É sempre bom estar na frente do pelotão!" falou Dovizioso, que trocou a Monster Yamaha Tech 3 pela Ducati este ano. "Estou mesmo contente com as minhas sensações com a moto e, enquanto os pneus estiveram bons, consegui administrar bem a situação. O Dani tinha mais pneu que eu, mesmo assim consegui manter bom ritmo." "Tínhamos boa aderência, o que nos ajudou a fazer boa corrida, mas conforme a pista foi secando os pneus começaram a desgastar-se muito rápido. Não consegui manter o ritmo nas últimas seis, ou sete voltas e, infelizmente, não terminei no pódio. Lamento-o pela equipe, mas tivemos um final de semana positivo em todos os aspectos, até mesmo na pista seca."  Hayden também terminou entre os cinco primeiros, depois de pressionar Valentino Rossi até ao piloto da Yamaha Factory Racing cometer um erro que o fez acabar na brita de La Chapelle.
"As corridas com pista molhada são complicadas, especialmente quando não se tem muito tempo para afinar a moto!" desabafa Hayden. "Fiz uma grande largada e consegui ganhar algumas posições logo nas primeiras curvas. No início não me sentia muito bem, mas comecei a melhorar e a aproximar-me do grupo da frente quando estavam disputando posição entre si. Gostei muito disso, especialmente quando a pista estava mais molhada. As coisas tornaram-se mais difíceis quando começou a secar, mas mantive-me lá." "Estava tentando ultrapassar o Rossi e quando ele caiu levantei a moto e alarguei a linha. Concentrei-me e tentei reduzir a diferença, mas cometi um erro e depois do Márquez ter me passado  limitei-me a tentar chegar ao fim. O top 5 é o nosso melhor resultado da temporada, mas cheguei a pensar que tinha a possibilidade de conseguir algo mesmo bem melhor. Ainda assim, houve momentos neste fim-de-semana em que mostramos mais potencial e estou ansioso por Mugello.” O piloto de testes da Ducati Team, Michele Pirro, também teve uma boa corrida ao terminar em oitavo aos comandos da moto do lesionado Ben Spies, na Ignite Pramac Racing.

MotoNotícia: " Pedrosa vence a segunda corrida de MotoGP na França"

Dani Pedrosa tornou-se no primeiro piloto nesta temporada a vencer duas corridas de MotoGP, depois de ter largado da sexta posição do grid em condições mistas da pista de Le Mans. Ele lidera agora o campeonato à frente do companheiro de sua equipe na Repsol Honda Team, Marc Márquez, que lutou para recuperar posições e terminar no pódio atrás do britânico Cal Crutchlow depois de não largar bem. Pedrosa , foi se recuperando na corrida até à terceira posição na largada feita com pista molhada, o catalão logo se colocou na cola de Andrea Dovizioso (Ducati), que saltou do terceiro posto para a primeira posição. Os dois pilotos mantiveram-se juntos e chegaram a trocar de posições algumas vezes até à 14ª volta, quando Pedrosa começou a garantir boa margem na frente. 
 
Com a pista secando gradualmente Dovizioso passou então disputar posição com Cal Crutchlow (Monster Yamaha Tech3), que acabou se impondo  garantindo o melhor resultado da sua carreira com o segundo lugar e dar um pódio em casa à equipe de Hervé Poncharal. Vindo da pole, Marc Márquez (Repsol Honda) não fez uma boa largada acabando por ficar na nona posição na primeira volta.  Márquez então ainda líder da classificação cometeu muito erros nos momentos iniciais da prova, a primeira disputada na pista molhada desde que entrou para a categoria rainha. Contudo, foi progredindo e melhorando de forma gradual para acabar mesmo por ascender ao mais baixo do pódio, o que o deixou a seis pontos de distância de Pedrosa no campeonato.
Privado de um primeiro pódio com a Ducati, Dovizioso lterminou em quarto após brilhante corrida, enquanto o seu companheiro de equipe Nicky Hayden (Ducati) ficou logo atrás, seguido de Álvaro Bautista (GO&FUN Honda Gresini) e de Jorge Lorenzo (Yamaha Factory Racing), que teve uma etapa de muita dificuldade.  Depois de ser ultrapassado por Pedrosa na largada, Lorenzo acabou sendo também ultrapassado por Valentino Rossi (Yamaha Factory Racing), Cal Crutchlow e Nicky Hayden até à nona volta. Contudo, Lorenzo acabou por terminar em sétimo fruto do azar de outros, mas não deixou de registrar o pior resultado desde a temporada de estreia na categoria de MotoGP (2008). Um dos azarados foi precisamente Rossi, que foi caiu na 18ª volta, mesmo antes de Stefan Bradl (LCR Honda).
O italiano teve de se contentar com o 12º posto no final, atrás de Andrea Iannone (Energy T.I. Pramac Racing), do germânico, que foi decimo, de Bradley Smith (Monster Yamaha Tech3) e de Michele Pirro (Ignite Pramac Racing). Randy de Puniet (Power Electronics Aspar) também caiu na  16ª volta, enquanto o melhor piloto CRT foi o seu companheiro de equipa Aleix Espargaró, que recebeu a bandeira quadriculada na 13º posição. Graças a esta segunda vitória Pedrosa lidera o Campeonato do Mundo com mais seis pontos de diferença para Márquez e mais 17 sobre Lorenzo.